Para sair do lugar comum

Cidade+Baixa+_Fachada

Dá uma conferida na matéria bacana sobre a  Profana lá no Rua da Margem!

https://www.ruadamargem.com/inovacao/2018/3/27/profana

“Se a moda é uma forma de expressão, a escolha da roupa é, antes de tudo, um exercício de liberdade.

No caso da Profana, marca de moda feminina que abrange duas lojas – na Rua Lima e Silva, na Cidade Baixa, e na Galeria Chaves, no Centro Histórico –, além de confecção própria, a busca é por um modo autêntico de se vestir, fora de padrões massificados.

– Por que Profana? Para sair do lugar comum, explica Simone Moro, quando indagada a respeito da ideia que inspirou a loja que abriu há 18 anos. Em seguida, ela acrescenta: – Eu acredito que as roupas carregam uma emoção, sabe?

Emoção que está presente no momento em que são selecionadas as peças de vestuário junto aos fornecedores ou quando se definem os moldes e as estampas das roupas confeccionadas pela marca. Emoção de quem recorta e costura os panos e também das moças que mostram vestidos, saias e casacos já prontos às clientes.

– Estou certa de que a pessoa que entra na minha loja sente isso, complementa ela.

Outro atributo essencial é a cor – aliás, é praticamente impossível achar uma peça cinza ou preta nas vitrines, cabides e araras. Não é coincidência: o conceito estético da Profana é o de que roupas coloridas celebram a vida.

– A gente brinca que o nosso pretinho básico é uma estampa um pouquinho mais discreta, nem por isso menos colorida, brinca Simone.”